Instrumentos para relaxar

Postado por Estrela Mística Oficial em

 

 

dizi, ou flauta de bambu, é um dos instrumentos mais populares da música tradicional chinesa. A flauta chinesa é tocada horizontalmente, de forma semelhante à flauta transversal, e é geralmente entalhada em uma única peça de bambu sendo a embocadura revestida de cortiça.

O corpo da flauta tem seis orifícios dispostos em distâncias específicas. Destaca-se também por ter um orifício extra, entre a embocadura e os orifícios para os dedos, coberto com uma fina membrana de junco e que dá à dizi, um tom brilhante, ressonante e ligeiramente analasado. Embora muitas das culturas do mundo tenham igualmente flautas entalhadas, apenas a dizi tem esta característica única.

Por exemplo, outra flauta chinesa similar à dizi em estrutura e material é chamada de xiao Porém, o xiao é tocado na vertical e, embora também feita de bambu, não tem a membrana de junco que a dizi tem, por isso, o tom do som do xiao é muito mais suave e sutil.

dizi é conhecida por sua expressiva faixa de sons bem como por sua inerente qualidade etérea.  Quando tocada no registro médio e superior, com um sopro rápido e intenso, a dizi dá ao ouvinte uma sensação sublime e enérgica, como se tivesse flutuando. No entanto, quando tocada em seus registros mais baixos, com um sopro suave, provoca sensação de retrospecção pacífica e alicerçada. A dizi é famosa por sua habilidade de imitar sons da natureza. Ela pode reproduzir o ambiente sonoro de um bosque de forma tão acurada que suas paisagens naturais frequentemente aparecem vividamente na imaginação do ouvinte.

Para produzir tão rica paleta de tons, um flautista da dizi tem que alcançar maestria em várias expressões musicais e técnicas avançadas. Por exemplo, deslizar e sobressaltar notas musicais, ressoprar para gerar harmônicos ou dois tons simultâneos; realizar movimentos bastante rápidos com a língua pode produzir uma quase inimaginável gama de sons. Essas várias técnicas, junto com a riqueza de tons, requerem um sutil controle da embocadura e do fluxo de ar para que possam ser perfeitas. Dominar isso é uma algo para décadas de prática diligente. 

 

 

A palavra violino é um diminutivo de viola, palavra vinda do latim médio, vitula, que significa instrumento de cordas.

 Sua origem vem de instrumentos trazidos do leste da Europa do Império Bizantino. Os primeiros violinos foram feitos na Itália entre os meados do fim do século XVI e o início do século XVII, evoluindo de antecessores como a rebec, a vielle e a lyra da braccio. A sua criação é atribuída ao italiano Gasparo de Salò. Durante duzentos anos, a arte de fabricar violinos de primeira classe foi atributo de três famílias de Cremona: Amati, Guarneri e Stradivarius. Toda a invenção do violino foi conduzida pelas raízes do instrumento milenar chinês erhu, as raízes deste instrumento foram os instrumentos de cordas friccionados por arco mais antigos já descobertos.

O violino propriamente dito manteve-se inalterado por duzentos anos. A partir do século XIX modificou-se apenas a espessura das cordas, o uso de um cavalete mais alto e um braço mais inclinado. Inclusive, a forma do arco consolidou-se aproximadamente nessa época. Originalmente com um formato côncavo, o arco agora tem uma curvatura convexa, o que lhe permite suportar uma maior tensão das crinas, graças às mudanças feitas pelo fabricante de arcos François Tourte, a pedido do virtuose Giovanni Battista Viotti, em 1782.

O violino tem longa história na execução de músicas de raiz popular, que vem desde os seus antecessores (como a vielle). A sua utilização tornou-se mais expressiva a partir da segunda metade do século XV.

 

 

O violoncelo é um instrumento da família dos instrumentos de corda. O termo "violoncelo" foi introduzido na língua portuguesa no século XX. Até então, a designação do instrumento era rabecão, palavra que ainda se utiliza em muitos lugares.

O violoncelo é tocado, geralmente, com arco, na posição vertical colocado entre as pernas, possui quatro cordas afinadas em quintas, primeira corda- LÁ, segunda- RÉ, terceira-SOL e quarta- DÓ. Dentes de cavalo é uma expressão utilizada para descrever este instrumento.

O instrumento pertence à subfamília dos violinos, que engloba os instrumentos orquestrais de quatro cordas afinadas em quintas. Essa família se diferencia da família da guitarra pela afinação, que ali se dá em quartas em vez de quintas, tanto pela forma diferenciada do instrumento.

A característica padrão do instrumento foi estabelecida por Stradivarius, em 1680. A partir dos Concertos Espirituais de Boccherini, o violoncelo passou a ser tratado como solista, e não somente como um instrumento para compor o naipe de cordas.

Uma das primeiras citações sobre o violoncelo foi numa coleção de sonatas italianas anônimas, datada de 1665. Tornou-se popular como instrumento solista nos séculos XVII e XVIII.

 

 

 

Durante o crescimento do islamismo, durante o século VIII, a harpa viajou do norte da África até a Espanha e rapidamente se espalhou pela Europa. Em torno de 1720, foi inventada a harpa com pedais, um desenvolvimento muito importante para o instrumento. Acredita-se que tenha sido inventada por Celestin Hochbrücker, tendo sido aperfeiçoada mais tarde pelo francês Érard em 1810. Atualmente a harpa sinfônica tem 47 ou 48 cordas paralelas e sete pedais, um correspondente a uma nota para todas as oitavas. As cordas da harpa estão em escala diatônica.

Tem-se conhecimento através de fábulas épicas, poesias e trabalhos de arte, que as harpas existiam séculos antes de Cristo, na Babilônia e Mesopotâmia. Foram encontrados desenhos de harpas na tumba do Faraó Ramessés III (1198-1166 a.C.), em esculturas da Grécia antiga, em cavernas do Iraque que datam desde 2900 a.C. e textos religiosos cristãos afirmam que a harpa e a flauta existiam antes mesmo do Dilúvio. A harpa rudimentar já era conhecida pelos caldeus, egípcios, gregos e romanos e até hoje, representa um importante papel na cultura de alguns povos africanos da região do Saara, especialmente os Bwiti.

 

O piano é considerado um dos instrumentos mais clássicos do mundo ocidental, originado no século 18. Ele normalmente é composto por peças feitas em madeira cobertas por um material macio (usualmente feltro), ativadas através do teclado com teclas que tocam nas cordas esticadas, presas à estrutura do corpo do piano. O som é produzido pela vibração dessas cordas, criando as notas musicais como as ouvimos.

Quando pensamos no período da Renascença Italiana, diversos nomes vêm à mente (como Da Vinci, Galileu e Medici), porém poucos ouviram falar de Bartolomeo Cristofori, o homem que inventou o piano como conhecemos hoje – no início, batizado de pianoforte. Bartolomeo nasceu em 1655 e fabricou por muitos anos os cravos, instrumentos muito parecidos com os pianos.

 

 


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